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Aproveitando esse horário que é como se me dissesse que a vida continua e no sentido de que ela continua da mesma forma boa de antes para escrever esse texto: sonhei essa noite que minha madrasta me expulsava de casa, da casa dela. E eu corria atrás em vários bairros, lembro de ter ido na matriz, descido ali próximo ao início da Caeira, na casa de uma amiga que me dizia que eu poderia ficar, numa boa, sem problemas. Mas eu continuava buscando uma outra casa pra mim, nenhuma dessas era minha casa. Ao que andei em alguns lugares que na minha cabeça era Juazeiro e Petrolina. Não conseguia encontrar nenhuma, encontrava alguns amigos ou colegas que me ajudavam a procurar a casa, ou me ajudavam me distraindo um pouco da situação, ou quem sabe não se importando com isto. Encontrava com olhares que me diziam: estamos te vigiando cabra! sabemos que vc não é daqui. algum olhar hostil.. eu eu sempre buscava minha casa.
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